domingo, 21 de junho de 2009

Kopenhagen


Fundada em 1928, a Chocolates Kopenhagen oferece uma variedade de produtos que marcaram época e já seduziram três gerações de brasileiros, como Nhá Benta, bombons Cherry Brandy, Língua de Gato, Chumbinho e os famosos marzipãs.Com muita perseverança, David conquistou clientes para o produto e, em poucos anos, o casal fundou a primeira fábrica da Chocolates Kopenhagen, no bairro Itaim Bibi, com excelentes instalações e tecnologia mais avançada. Assim, a empresa passou a produzir também chocolates finos, bombons, balas, confeitos, biscoitos, além de ovos de Páscoa e panetones. A história da empresa no País começou com a chegada do casal de imigrantes Anna e David Kopenhagen. Anna trouxe da Letônia a receita de marzipã, confeito muito popular na Europa, mas até então desconhecido no BrasilMarzipã, era uma massa que tinha farinha, (ou polvilho) manteiga, amêndoa amarga, Tereza não tinha uma certeza total de toda a receita porque ela era feita numa seção, que ela não trabalhava. Sua seção era a de a de Cherry Brandy, que era o forte da Kopénhagem. Mas o que ela conseguiu saber a respeito, ai está relatado. Mas o inicio e do sucesso inicial se deve ao marzipã, apesar de o cherry brandy ter uma produção maior devido aos pedidos. O sucesso do chocolate da Kopenhagen era a fabricação do chocolate ao leite em que ela se aprimorou em colocar no ponto exato que o chocolate necessitava para ser aquela doçura e a fama do melhor chocolate, produzido no Brasil.

4 comentários:

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  2. Te conheci de maneira tão comum, mas de uma forma especial. Aquele momento em que trocamos olhares por um longo tempo foi mágico. Não serei capaz de esquecer-me daquele momento, o ponto em que me apaixonei por ti, perdendo qualquer rumo que eu poderia tomar...

    Vi você falar coisas e fazer outras que me fazia ficar chateado, mas foi eu quem errou mais e mais. As vezes agia sem pensar, achando que ia levar na brincadeira ou algo do tipo, outras vezes realmente estava com raiva e não media o que estava dizendo e por isso acabo por te dever desculpas.

    Ainda não sei se vou conseguir cumprir a promessa de te conquistar até o final desse ano. O que me parece cada vez mais difícil.

    Morro de ciúmes por você. Fico pensando em tudo o que você teria para me contar, todas as dúvidas que tenho sobre você e imaginando como seria estar contigo compartilhando momentos as sós.

    Quando me falou da possibilidade da gente se ver em um tempo, já velhos, meu coração ficou pequeno, quase desapareceu. Já tinha cogitado essa idéia besta e as chances de nos encontrarmos são ínfimas. Além da dor que seria, ver-te comprometida com outro...

    Por muitas vezes uma frase ficou presa na minha garganta, em outras hesitei em dizê-la com medo de ouvir um belo e bem entoado "não". Sempre manteve uma distancia considerável ente nós. Não sabia se era medo, incerteza, certeza, cautela, expectativa ou uma iniciativa vinda de min. Só depois de muito tempo fui entender que não queria algo superficial ou inseguro e sim algo especial, alguém com confiança para dizer que gosta e quer você, para isso teria que mostrar comprometimento e segurança...

    Queria...

    Sou péssimo em despedidas...

    Queria ter, naquela época, percebido tudo isso e juntamente a confiança para dizer tudo o que sinto por você...

    Ter mais jeito com as palavras para não te machucar tanto e ter decepcionado tanto...

    Queria do fundo do meu coração um beijo teu...

    Um beijo a cada manhã, um abraço em cada tarde e em cada noite antes de dormir, me encontrar preso aquele seu olhar firme e desconcertante...

    ... ... ... Somos como o vento, no mesmo momento em que estamos, não estamos. Mas você é como os ventos da primavera e eu como os do outono. De V p/ Y

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